sexta-feira, 19 de junho de 2015

Amor é…


Amor é amar e ser amado,
Respeitar e ser respeitado.
É fazer parte da vida de alguém,
E fazer a pessoa feliz

Amor é cuidar, não magoar
E estar lá para tudo.
É dizer tudo o que vai na alma,
fazer coisas sem pensar.

Amor é discutir e perdoar,
Por muito que doa.

É essencialmente ser feliz.

Andreia

Sonhar é…


Sonhar é fechar os olhos
E sermos livres para sempre.
É nunca desistir
Daquilo em que acreditamos
E sermos felizes.
É sermos capazes de nos divertirmos
Sem pensar em mais nada
E sermos criativos
Naquilo que sonhamos.

Sonhar é muito importante
Para os jovens e adultos,
pois para os adultos
significa que ainda
têm imaginação para tudo.

Sonhar é não perder a esperança
No que acreditamos
É voltarmos a ser jovens
Sem  preocupações  e sermos corajosos.
Catarina

Texto dramático - Frei João Sem Cuidados


Ato I
(O palco está dividido em duas partes. De um lado, está a sala do trono e do outro uma estrada ladeada de casas com um moinho ao fundo.)

Cena I
Rei e criado
Rei- (pensando em voz alta) Sempre ouvi falar em Frei João Sem Cuidados como um homem que não se aflige com nada. Também eu gostava de não me afligir! Mas deixa que eu hei de meter-te em trabalhos!(dirigindo-se ao criado) Criado, vai chamar esse tal Frei João Sem Cuidados.
(o criado sai)
Cena II
Rei e Frei João Sem Cuidados

Frei João Sem Cuidados - (entrando e curvando-se perante o rei) Dizei, meu Rei, por que me mandaste chamar aqui?

Rei - Vou dar-te uma adivinha e, se dentro de três dias, não me souberes responder, mando-te matar. Quero que me digas: 1.º Quanto pesa a lua? 2.º Quanta água tem o mar? 3.º Que é que eu penso?

Frei João Sem Cuidados - (saindo bastante atrapalhado) E, agora, o que é que eu faço?

Cena III
Frei João Sem Cuidados e Moleiro

(Na estrada, fora do palácio, Frei João Sem Cuidados e o Moleiro cruzam-se)

Moleiro - (estranhando a postura de Frei João Sem Cuidados) Por que é que estás tão triste, Frei João Sem Cuidados?

Frei João Sem Cuidados - O rei disse que me mandava matar se eu não dissesse, dentro de três dias,  quanto pesa a lua, quanta água tem o mar e no que é que ele pensa!

Moleiro - (rindo-se) Não te preocupes, empresta-me o teu hábito que eu vou na tua vez!
(despedem-se com um aperto de mão)

Cena IV
Rei e Moleiro
(Sala do trono)
Moleiro - ( entrando vestido de frade e curvando-se perante o rei) Boa tarde, meu rei.

Rei- Então, quanto pesa a lua?

Moleiro - Saberá Vossa Majestade que não pode pesar mais do que um arrátel, pois todos dizem que ela tem quatro quartos.

Rei - É verdade! E agora: quanta água tem o mar?

Moleiro - Isso é muito fácil de saber. Mas como Vossa Majestade só quer saber a água do mar, é preciso primeiro mandar tapar os rios, porque sem isso nada feito.

Rei - (zangado) Agora, se não souberes que é que eu penso, mando-te matar!

Moleiro - (deixando cair o capucho de frade) Ora, Vossa Majestade pensa que está a falar com Frei João Sem-Cuidados e está mas é a conversar com o seu moleiro.

Rei - (pasmado) Ah, velho moleiro, que me enganaste tão bem!

Nelson Oliveira
Pedro Reis

8º A

Frei João Sem-Cuidados


Ato 1
(o palco divide-se em duas partes separado por um biombo, onde estão de um lado os aposentos do rei com o trono, onde se encontram o criado e o rei. Do outro lado um campo com um moinho onde se encontra o moleiro. Frei João está a um canto do cenário.)

Cena 1
(Ilumina-se o lado onde se encontram os aposentos do rei. O rei, sentado no seu trono, parecendo pensar, fala alto)

Rei – Deixa estar, que eu hei-de meter-te em trabalhos? Criado?!

Criado – (aproximando-se do rei) Sim, Majestade! Que deseja? 

Rei – (ordenando) Traz-me imediatamente, um tal de Frei João Sem-Cuidados!
(o Criado sai)

Cena 2
(entra Frei João nos aposentos do Rei acompanhado pelo Criado)

Rei – (num tom agressivo) Vou dar-te uma adivinha e, se dentro de três dias, não me souberes responder, mando-te matar! Quero que me digas: 1º Quanto pesa a lua? 2º Quanta água tem o mar? 3º Que é que eu penso?

(Frei João sai dos aposentos do Rei bastante atrapalhado e pensativo)

Cena 3
(Ilumina-se o campo. Frei João dirige-se ao campo)

Moleiro – (pensativo) Olá, Frei João Sem-Cuidados, então que te leva a tão grande tristeza, rapaz?

Frei João – É que o Rei disse que me mandava matar se, dentro de três dias, não lhe respondesse quanto pesa a lua, quanta água tem o mar e em que é que ele pensa! (fica com um ar cada vez mais triste)

Moleiro – (desatando a rir) Não te preocupes! Empresta-me apenas o teu hábito de frade, que eu disfarço-me e prometo-te que hei-de dar boas respostas ao Rei!

Cena 4
(projeta-se ao fundo, numa tela: “Passados 3 dias…”. O moleiro, disfarçado de frade, aproxima-se dos aposentos do Rei e dirige-se ao Criado)

Moleiro – Poderei eu falar com vossa real majestade, para lhe responder às três questões que me colocou há três dias atrás?

(o Criado vai ter com o Rei e, depois de trocarem umas palavras, volta para junto do Moleiro)

Criado – Majestade vai recebê-lo! Pode entrar.
(o Moleiro entra nos aposentos do Rei)

Rei – Então, quanto pesa a lua?

Moleiro – (com um ar calmo e sereno) Saberá Vossa Majestade que não pode pesar mais do que um arrátel, pois todos dizem que ela tem quatro quartos.

Rei – (com uma expressão de admiração) É verdade! E agora: quanta água tem o mar?

Moleiro – (calmo e sereno) Isso é muito fácil de saber. Mas como Vossa Majestade só que saber a água do mar, é preciso primeiro mandar tapar os rios, porque sem isso nada feito.

Rei – (já irritado e zangado) Agora, se não souberes que é que eu penso, mando-te matar!

Moleiro – (com uma expressão feliz) Ora, Vossa Majestade pensa que está a falar com Frei João Sem-Cuidados e está mas é a conversar com o seu Moleiro!

(Foi então que o Moleiro deixou cair o capucho de frade e o Rei ficou com um ar muito espantado e perplexo)


Trabalho realizado por: Jéssica nº8 e Maria nº10, 8ºA  

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O amor é ... Gil

O amor é fogo que arde no coração,
Arde sem se ver, mas sente-se a valer.
O amor é ir embora a sofrer
É perder parte do coração.

O amor é conseguir superar a dor
de gostar e ser mal recebido
O amor é gostar de alguém...

Viver é ... Daniel Almeida


Viver é provar que temos liberdade,
e procurar a felicidade,
tentar viver com amigos e familiares.
Viver é simplesmente respirar.

Viver é ter de se levantar,
não podemos abandonar o coração.
É simplesmente conversar com amigos,
que vão ficar para a vida toda.

Viver é... Ana Rainho


Viver é como uma aventura
Ainda por desvendar
Cheia de loucura
Para se inventar.

Viver é desfrutar do que temos
Sem medo de errar,
É continuar sem temermos
O que a vida ainda tem para dar.

Viver é como amar
O infinito e o finito
Sem ninguém para condenar
Ou criar conflito.

Viver é deixar de lado
As coisas malvadas
E sentir-se apaixonado
Pelas coisas inesperadas,