sexta-feira, 19 de junho de 2015

Amor é…


Amor é amar e ser amado,
Respeitar e ser respeitado.
É fazer parte da vida de alguém,
E fazer a pessoa feliz

Amor é cuidar, não magoar
E estar lá para tudo.
É dizer tudo o que vai na alma,
fazer coisas sem pensar.

Amor é discutir e perdoar,
Por muito que doa.

É essencialmente ser feliz.

Andreia

Sonhar é…


Sonhar é fechar os olhos
E sermos livres para sempre.
É nunca desistir
Daquilo em que acreditamos
E sermos felizes.
É sermos capazes de nos divertirmos
Sem pensar em mais nada
E sermos criativos
Naquilo que sonhamos.

Sonhar é muito importante
Para os jovens e adultos,
pois para os adultos
significa que ainda
têm imaginação para tudo.

Sonhar é não perder a esperança
No que acreditamos
É voltarmos a ser jovens
Sem  preocupações  e sermos corajosos.
Catarina

Texto dramático - Frei João Sem Cuidados


Ato I
(O palco está dividido em duas partes. De um lado, está a sala do trono e do outro uma estrada ladeada de casas com um moinho ao fundo.)

Cena I
Rei e criado
Rei- (pensando em voz alta) Sempre ouvi falar em Frei João Sem Cuidados como um homem que não se aflige com nada. Também eu gostava de não me afligir! Mas deixa que eu hei de meter-te em trabalhos!(dirigindo-se ao criado) Criado, vai chamar esse tal Frei João Sem Cuidados.
(o criado sai)
Cena II
Rei e Frei João Sem Cuidados

Frei João Sem Cuidados - (entrando e curvando-se perante o rei) Dizei, meu Rei, por que me mandaste chamar aqui?

Rei - Vou dar-te uma adivinha e, se dentro de três dias, não me souberes responder, mando-te matar. Quero que me digas: 1.º Quanto pesa a lua? 2.º Quanta água tem o mar? 3.º Que é que eu penso?

Frei João Sem Cuidados - (saindo bastante atrapalhado) E, agora, o que é que eu faço?

Cena III
Frei João Sem Cuidados e Moleiro

(Na estrada, fora do palácio, Frei João Sem Cuidados e o Moleiro cruzam-se)

Moleiro - (estranhando a postura de Frei João Sem Cuidados) Por que é que estás tão triste, Frei João Sem Cuidados?

Frei João Sem Cuidados - O rei disse que me mandava matar se eu não dissesse, dentro de três dias,  quanto pesa a lua, quanta água tem o mar e no que é que ele pensa!

Moleiro - (rindo-se) Não te preocupes, empresta-me o teu hábito que eu vou na tua vez!
(despedem-se com um aperto de mão)

Cena IV
Rei e Moleiro
(Sala do trono)
Moleiro - ( entrando vestido de frade e curvando-se perante o rei) Boa tarde, meu rei.

Rei- Então, quanto pesa a lua?

Moleiro - Saberá Vossa Majestade que não pode pesar mais do que um arrátel, pois todos dizem que ela tem quatro quartos.

Rei - É verdade! E agora: quanta água tem o mar?

Moleiro - Isso é muito fácil de saber. Mas como Vossa Majestade só quer saber a água do mar, é preciso primeiro mandar tapar os rios, porque sem isso nada feito.

Rei - (zangado) Agora, se não souberes que é que eu penso, mando-te matar!

Moleiro - (deixando cair o capucho de frade) Ora, Vossa Majestade pensa que está a falar com Frei João Sem-Cuidados e está mas é a conversar com o seu moleiro.

Rei - (pasmado) Ah, velho moleiro, que me enganaste tão bem!

Nelson Oliveira
Pedro Reis

8º A

Frei João Sem-Cuidados


Ato 1
(o palco divide-se em duas partes separado por um biombo, onde estão de um lado os aposentos do rei com o trono, onde se encontram o criado e o rei. Do outro lado um campo com um moinho onde se encontra o moleiro. Frei João está a um canto do cenário.)

Cena 1
(Ilumina-se o lado onde se encontram os aposentos do rei. O rei, sentado no seu trono, parecendo pensar, fala alto)

Rei – Deixa estar, que eu hei-de meter-te em trabalhos? Criado?!

Criado – (aproximando-se do rei) Sim, Majestade! Que deseja? 

Rei – (ordenando) Traz-me imediatamente, um tal de Frei João Sem-Cuidados!
(o Criado sai)

Cena 2
(entra Frei João nos aposentos do Rei acompanhado pelo Criado)

Rei – (num tom agressivo) Vou dar-te uma adivinha e, se dentro de três dias, não me souberes responder, mando-te matar! Quero que me digas: 1º Quanto pesa a lua? 2º Quanta água tem o mar? 3º Que é que eu penso?

(Frei João sai dos aposentos do Rei bastante atrapalhado e pensativo)

Cena 3
(Ilumina-se o campo. Frei João dirige-se ao campo)

Moleiro – (pensativo) Olá, Frei João Sem-Cuidados, então que te leva a tão grande tristeza, rapaz?

Frei João – É que o Rei disse que me mandava matar se, dentro de três dias, não lhe respondesse quanto pesa a lua, quanta água tem o mar e em que é que ele pensa! (fica com um ar cada vez mais triste)

Moleiro – (desatando a rir) Não te preocupes! Empresta-me apenas o teu hábito de frade, que eu disfarço-me e prometo-te que hei-de dar boas respostas ao Rei!

Cena 4
(projeta-se ao fundo, numa tela: “Passados 3 dias…”. O moleiro, disfarçado de frade, aproxima-se dos aposentos do Rei e dirige-se ao Criado)

Moleiro – Poderei eu falar com vossa real majestade, para lhe responder às três questões que me colocou há três dias atrás?

(o Criado vai ter com o Rei e, depois de trocarem umas palavras, volta para junto do Moleiro)

Criado – Majestade vai recebê-lo! Pode entrar.
(o Moleiro entra nos aposentos do Rei)

Rei – Então, quanto pesa a lua?

Moleiro – (com um ar calmo e sereno) Saberá Vossa Majestade que não pode pesar mais do que um arrátel, pois todos dizem que ela tem quatro quartos.

Rei – (com uma expressão de admiração) É verdade! E agora: quanta água tem o mar?

Moleiro – (calmo e sereno) Isso é muito fácil de saber. Mas como Vossa Majestade só que saber a água do mar, é preciso primeiro mandar tapar os rios, porque sem isso nada feito.

Rei – (já irritado e zangado) Agora, se não souberes que é que eu penso, mando-te matar!

Moleiro – (com uma expressão feliz) Ora, Vossa Majestade pensa que está a falar com Frei João Sem-Cuidados e está mas é a conversar com o seu Moleiro!

(Foi então que o Moleiro deixou cair o capucho de frade e o Rei ficou com um ar muito espantado e perplexo)


Trabalho realizado por: Jéssica nº8 e Maria nº10, 8ºA  

segunda-feira, 8 de junho de 2015

O amor é ... Gil

O amor é fogo que arde no coração,
Arde sem se ver, mas sente-se a valer.
O amor é ir embora a sofrer
É perder parte do coração.

O amor é conseguir superar a dor
de gostar e ser mal recebido
O amor é gostar de alguém...

Viver é ... Daniel Almeida


Viver é provar que temos liberdade,
e procurar a felicidade,
tentar viver com amigos e familiares.
Viver é simplesmente respirar.

Viver é ter de se levantar,
não podemos abandonar o coração.
É simplesmente conversar com amigos,
que vão ficar para a vida toda.

Viver é... Ana Rainho


Viver é como uma aventura
Ainda por desvendar
Cheia de loucura
Para se inventar.

Viver é desfrutar do que temos
Sem medo de errar,
É continuar sem temermos
O que a vida ainda tem para dar.

Viver é como amar
O infinito e o finito
Sem ninguém para condenar
Ou criar conflito.

Viver é deixar de lado
As coisas malvadas
E sentir-se apaixonado
Pelas coisas inesperadas,



quarta-feira, 3 de junho de 2015

Viver é… Beatriz Coelho


Viver é ter uma aventura,
Sonhar e realizar.
Viver é ter medos,
Mas conseguir enfrentá-los.
É sentir alegria nos sonhos,
Tristeza nos pensamentos
E indiferença nos atos.
Viver é encontrar obstáculos
Mas ultrapassá-los sem receio.
É ser feliz ou infeliz
Sempre de cabeça erguida!
                              

Sonhar é… Beatriz Coelho



Sonhar é voar pelo mundo
Mesmo sem ter asas.
É pensar em tudo
E não pensar em nada.
É ser independente de tudo e de todos,
Não pensar nos atos ou nas consequências.
Sonhar é ser feliz
Num mundo bastante melhor,
É olhar o passado e não chorar,
Olhar o futuro e contente ficar.
                                   

quarta-feira, 6 de maio de 2015

O autorretrato da Beatriz


         Eu sou a Beatriz, uma fantástica rapariga com os seus treze anos, estatura média, magra e com pele de tom claro.
O meu rosto é oval e nele existe um grande manto de borbulhas irritantes ( mas é normal na adolescência, certo?). Tenho olhos redondos, castanhos e brilhantes, cabelo ondulado, aloirado, curto e volumoso, nariz pequeno com tons avermelhados e boca grande com dentes fortes e lábios grossos. Do meu grande corpo, mas de cintura estreita, saem uns braços compridos e finos com mãos de dedos pequenos, e pernas curtas.
         A nível psicológico, sou uma menina doce, carinhosa e fantástica, sempre pronta a ajudar e defender os amigos. No entanto, quando é preciso, também digo o que for necessário para estes abrirem os olhos, fazendo o que de melhor sei fazer: dar concelhos. Costumo andar sempre bem-disposta, sou forte, inabalável e muito determinada. E a qualidade que mais aprecio  é o facto de não me importar nem de  dar importância ao que dizem sobre mim! Mas, por detrás destas qualidades todas, também tenho muitos defeitos, como por exemplo:   ser muito chata e faladora... Nunca me calo! Um dos defeitos que menos gosto em mim é ser muito ciumenta - mas isso quem não o é? Sou também cusca e muito sarcástica, às vezes,  só para levar as coisas mais na "brinca e na descontra"...
         E assim sou eu: uma rapariga alegre e uma excelente amiga! Sou como sou e gosto de o ser!


segunda-feira, 4 de maio de 2015

Autorretrato de João Miguel Correia



         Olá, chamo-me João, sou um adolescente de 14 anos, musculado e de estrutura média. Vejo-me com uma aparência jovem para a minha idade mas saudável. Sou magro e com uma pele bronzeada.
         O meu rosto é comprido com cabelos rebeldes e curtos, uso óculos e tenho pestanas muito carregadas de cor castanho escuro a contornar os meus olhos castanhos que são a porta para a minha alma escura e sombria que me cresce por dentro como um demónio.
         Os meus ombros fortes seguram os meus braços musculados e curtos. Tenho umas pernas compridas e uns pés enormes que me fazem dormir em pé, abdominais e peitorais já delineados.
         Sou uma pessoa alegre, orgulhosa, amigável e carinhosa mas, às vezes, sombrio. Sou, muitas vezes, inseguro comigo próprio, mas tenho sempre bons amigos para me ajudar a superar as inseguranças. Quando se trata de amor, eu não sou ciumento e mostro muito afeto pelos outros.
         No geral, sou assim: uma pessoa que dá o seu melhor para alcançar os seus objetivos e apreciado por quase todos. Porém, raramente, vejo o meu esforço recompensado.

Autorretrato da Ana


         Eu sou a Ana, uma adolescente vulgar de catorze anos.
         Quando me olho ao espelho, vejo-me como uma rapariga normal que não precisa de ser perfeita para ser amada. Tenho um peso equilibrado para a minha altura e uma pele clara. O meu rosto é ligeiramente oval, o cabelo ondulado como as ondas do mar e, nele, sobressai a cor castanha. Os meus lábios são finos e muitas vezes, mais no tempo de inverno, ficam ressequidos. Os meus ombros são estreitos, mas suportam o choro de um amigo, tenho as pernas de uma altura normal para a minha idade e cheias de quilómetros percorridos.
         Sou uma pessoa feliz, ao lado de quem amo e ao mesmo tempo amigável  e sempre disposta a ajudar quem mais precisa. Em certos dias, sou uma rapariga muito isolada em comparação com os meus colegas, mas sempre há um amigo para me tirar dessa escuridão.
         Considero-me uma adolescente meia insegura, que fica sempre indecisa em relação às atitudes que devo tomar e, muitas vezes, ciumenta, pois penso sempre que o que é meu é como um cofre secreto que só eu tenho direito a abrir.
         Eu sou assim: uma menina tentando transmitir aos outros a educação dada pelos meus pais, mas sempre com receio de ser julgada.

Autorretrato da Maria


         Eu sou a Maria, uma rapariga de 14 anos, feitos no dia do Cristiano Ronaldo. Vejo-me como uma adolescente de estatura média, com uma aparência cuidada e saudável devido à prática regular de exercício, possuindo também por isso estrutura média.
         O meu rosto é oval, notando-se bem as minhas bochechas salientes, como duas grandes montanhas que sobressaem num terreno um pouco agreste. O meu rosto é por vezes “inundado” pelas ondas do meu cabelo castanho e bastante volumoso. Possuo também pestanas pequenas e castanhas, olhos castanho-esverdeados com pintinhas, fazendo-me lembrar uma melancia com imensas sementes, nariz grande e arredondado e lábios médios. Devido à prática de natação tenho ombros largos e braços finos, assim como pernas compridas, finas e ágeis, que me dão enorme jeito para nadar mais velozmente.
         Sou uma rapariga bastante emotiva, alegre e amigável por natureza, sempre pronta a ajudar o outro. Quando me sinto bem com uma pessoa de quem gosto bastante, sou carinhosa, mas, ao mesmo tempo, muito ciumenta, por isso, um conselho: ”Não se metam com aquilo que me pertence!”. Sou bastante teimosa, pois quando é, é mesmo, e isso acaba também por fazer de mim muito refilona. Também sou fiel, muito complicada em termos de vocabulário, mas só quando quero (é bom usar “palavras caras”, sinto-me mais crescida!), e uma coisa que todos sabem: divertida! Pois se a vida tem que se aproveitar, então que seja da melhor maneira possível, às gargalhadas e convivendo uns com os outros.
         Sou como sou, porque gosto de mim assim!


Autorretrato de Nelson Oliveira



         Eu sou o Nelson, um rapaz de 14 anos.
         Sou alto e musculado, saudável e “rijo que nem um pêro”. Na minha opinião, sou giro e a minha pele é clara, os meus olhos mudam de cor muitas vezes, mas geralmente são verdes. O verde que demonstra a minha alegria! A minha face é comprida e tenho cabelo loiro e pestanas claras quase invisíveis. Tal como o cabelo também as sobrancelhas são loiras. Tenho barba curta e branca, o meu nariz é médio.
         Considero-me alegre e divertido, rebelde, persistente e humilde, seguro de mim mesmo, mas, sobretudo, simples e benfiquista de alma e de coração.
         Acho que sou visto como uma pessoa honesta, que tenta e consegue alegrar e levantar o ânimo dos amigos.

Autorretrato de Daniel Almeida


         Eu chamo-me Daniel e sou um rapaz de quinze anos.
         Tenho estrutura média, nem sou gordo nem magro e sou saudável. O meu rosto é oval, o cabelo castanho, as pestanas grande e cumpridas. No meu rosto salientam-se uns olhos pequenos, um nariz arredondado e pequeno e lábios médios.  Os meus ombros são grandes e fortes, como um lutador de boxe, e os braços compridos e fortes. No tronco tenho alguns abdominais.Tenho as pernas compridas, musculadas, esfoladas por causa do futebol e velozes.
         Sou uma pessoa alegre e amigável que está sempre pronto para ajudar um colega. Considero-me um rapaz carinhoso, ligeiramente inseguro e tímido.
         Eu sou assim, mas, se pudesse, tirava as borbulhas da cara.

O autorretrato do Gil


         Eu chamo-me Gil e tenho catorze anos. Sou rechonchudo com uma pele bronzeada pelos dias de praia e também sou pequeno, mas espero vir a crescer.
         O meu rosto é oval e nele estão os meus olhos castanhos, protegidos pelas minhas pestanas compridas, o meu cabelo é preto e forte como um touro, o meu nariz pequeno e a boca redonda. Tenho ombros estreitos e gordos que suportam os meus braços curtos e grossos, e pernas curtas que suportam o resto do meu corpo.
         Sou alegre, amigável e estou disposto a perder o meu tempo para ajudar os meus amigos. Considero-me também um rapaz inseguro, ligeiramente fechado e muito bom ouvinte.
         Em conclusão: sou um rapaz amigo de todos, mas gostaria de ser mais seguro.

Autorretrato do Pedro


         O meu nome é Pedro e sou um rapaz de catorze anos. Sou uma pessoa que está na fase da adolescência, tenho uma estrutura alta, sou magro, moreno e saudável (que é o mais importante).
         Quando me vejo ao espelho, reparo que tenho algumas borbulhas, olhos esverdeados ao sol, lábios avermelhados, cara oval, um cabelo espetacular (mas só às vezes) de cor castanha e um nariz arredondado. Sou veloz e considero-me musculado graças ao professor de educação física, João Pinto.
         Tenho alguns defeitos, como por exemplo: sou um pouco rebelde, na escola podia ser muito melhor se não fosse tão malandro e também sou ciumento em relação a coisas, sobre as quais não tenho razão. Por outro lado, ajudo quem precisa de mim, pois sou humilde.
         Gosto de mim psicologicamente, mas, fisicamente, não gosto de ter borbulhas e gostava de as retirar. Considero-me um bom rapaz e bonito, apesar de haver pessoas que achem o contrário. 

Autorretrato de Rafael Amorim



         O meu nome é Rafael Amorim e sou um adolescente de 15 anos. Considero-me um rapaz alto para a minha idade, não sou gordo, nem magro, simplesmente normal, com corpo atlético e moreno.
         A minha cara é oval e apresenta algumas borbulhas, Tenho olhos castanhos, nariz de tamanho médio, boca grande e barba pouco visível. Fora do normal, em mim, é ter unhas grandes e poucos pelos nas pernas.
         Psicologicamente, considero-me preguiçoso, mas, quando me apetece, sou determinado, principalmente no basquetebol, pouco inteligente, rebelde quando estou com os meus amigos, generoso para quem merece e sonhador.
         Sou visto pelas pessoas como um brincalhão, às vezes até demais, e desperto, principalmente, sentimentos de amizade muito fortes. Mesmo que pudesse mudar algo em mim, não mudava nada, pois gosto de ser como sou.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Autorretrato da Jéssica

Eu sou a Jéssica, uma rapariga de 13 anos. Vejo-me com uma aparência super cuidada.
O meu rosto é oval e, à volta dele, sobressai um cabelo encaracolado e volumoso. As minhas pestanas são castanhas e também volumosas, o meu nariz é arredondado e, para mim, a parte mais bonita da minha cara são os meus lábios, que têm uma característica que chama muito a atenção: são um pouco grossos. Os meus ombros são estreitos e a minha cintura é média e vai ganhar a forma de uma ampulheta quando eu crescer.
Sou uma jovem tímida, orgulhosa, quando se trata de mim, teimosa, insegura, compreensiva, simpática e, por vezes, demasiado séria. Considero-me um bocado ciumenta perante uma situação com a pessoa de quem gosto, pois quando estou com ela está sempre presente aquele medo de perdê-la. A meu ver, toda a gente tem direito de sentir o que quiser. Odeio pessoas que julgam os outros sem os conhecer, que os tratam mal por serem o que são e que os põem de parte por terem errado uma vez, pois consideram-nos pessoas inúteis.
       Eu sou assim, uma garota que faz de tudo para ver o mundo de maneira diferente e que luta para alcançar os seus objetivos. Sou assim e nada me vai mudar.

Autorretrato da Fernanda

Eu sou a Fernanda e já tenho 13 anos. Sou uma adolescente de estatura média, tenho uma aparência um pouco descuidada, mas sempre saudável. Sou um pouquinho magrinha e muito bronzeada.
        O meu rosto é redondinho e pequenino, o cabelo meio ondulado, meio liso, dourado escuro e com uma madeixa loirinha na minha longa franja. As minhas pestanas são tão longas que até atrapalham e os meus olhos redondos e castanhos. Tenho um nariz de “porquinha” e uns lábios grandes e compridos como gomas, mas nem sempre são bonitos, porque com os nervos começo a arrancar as peles que vão aparecendo. Também tenho covinhas nas faces. Os meus ombros são retos e nunca descaídos (seria uma má apresentação), os braços não muito compridos e o peito normal, para a minha idade. Gosto da minha cintura estreita e dizem que tenho umas pernas de espeto, como palitos, que são ligeiramente curtas e das quais não gosto.
        Sou um pouco louca e simpática. Às vezes, sou carinhosa, amável e até generosa. Gosto de ajudar as pessoas e animá-las já que sou a "pura diversão". Não há nem um dia que eu não ria, porque acho que esse é um dia de seca e desperdiçado. Sou também uma pessoa segura: experimento coisas, às vezes, impossíveis, mas arrisco, apesar de ter medo das coisas que, no futuro, me podem magoar.


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Autorretrato de Catarina Jesus


         Olá! Eu sou a Catarina, uma rapariga de catorze anos. Sou uma adolescente alta com uma aparência saudável. Também sou magra e tenho a pele branquinha como a neve.
         O meu rosto é redondo e o meu queixo é ligeiramente oval. Os meus olhos castanhos são redondos como duas bolas. Tenho pestanas de tamanho médio e negras e as minhas sobrancelhas são como duas nuvens em cima dos meus olhos. No meu rosto, também se encontram o meu nariz pequeno e redondo e os meus lábios de tamanho médio e cor-de-rosa. Tenho cabelo castanho e tão comprido que parece uma manta atrás das costas a proteger-me. Os meus braços são finos e as pernas também finas e compridas.
         Eu sou uma rapariga amigável que gosta de ajudar os outros, pois, se não os ajudarmos, eles também não nos ajudam. Sou uma pessoa divertida, mas também sei ser rabujenta e sou, às vezes, irrequieta. Sou sonhadora, carinhosa e gosto de dançar.
         Enfim, esta sou eu: uma rapariga amiga de todos e muito sonhadora.         

Autorretrato de Andreia Ferreira


         Eu sou a Andreia, uma adolescente de treze anos. Vejo-me como uma rapariga de estrutura média, com aparência cuidada e saudável. Sou magra e tenho a pele meia bronzeada do sol.
O meu rosto é oval e tenho o cabelo castanho escuro, ligeiramente ondulado e comprido. Os meus olhos são pequenos, rasgados “à chinesa” e castanhos. Tenho um nariz pequeno e achatado e os lábios finos. Os meus braços são compridos, tenho cintura delineada e as pernas longas e largas com pisaduras (graças à minha prima).
         Sou uma pessoa bem-disposta, amigável e sorridente, sempre pronta para pôr os outros a rir. Também sou convencida, ciumenta e, quando quero alguma coisa, sou chata. Quando me enervam, ou fico chateada ou sou direta e determinada.
         Eu sou assim: uma rapariga que está sempre contente e que põe os amigos felizes. Eu adoro a minha forma de ser e não me importo com o que dizem de mim.

quarta-feira, 25 de março de 2015

Roteiro turístico de Paredes do Bairro

         Com cerca de 6,56km² e com 994 habitantes (151,5 hab/ km²), Paredes do Bairro é uma bela aldeia a 8Km de Anadia, seu concelho, e pertence ao distrito de Aveiro. Era a mais jovem freguesia do concelho, criada em 21 de julho de 1985 e extinta em 2013, no âmbito da reforma administrativa nacional.
         Reza a lenda que este nome lhe foi dado por um rei que apenas tinha paredes de pedra e de palha no seu castelo. Um dia, foi a um bairro onde as paredes das casas eram feitas de cimento e passou a morar aí, dando-lhe o nome de Paredes do Bairro.
          A aldeia tem duas igrejas, a Matriz no largo do S. Tomé, onde se realiza uma das melhores festas do concelho, e a Evangélica.
         Também há a capela do S. António, o Centro Social Cultural e Recreativo, que tem um campo de futebol em obras, para se colocar o relvado sintético e ainda um  grande parque de merendas com uma fonte de água potável e um pequeno campo de futsal.
         As duas associações mais importantes são o Grupo Folclórico, que é conhecido em quase todo o país, e a Associação de Jovens de Paredes do Bairro (AJPB), famosa pelos seus grandes eventos, incluindo o “Inter-Ruas”, o “Passeio de BTT” e o “Paint-Ball”.

         Venha conhecer esta linda aldeia de paisagens urbanas e com grandes eventos que a enchem de magia.
João

Roteiro turístico de Casal de Bolho


         A cerca de 10 Km de Cantanhede, Casal do Bolho situa-se perto de Curia. O concelho apresenta uma população envelhecida por causa da emigração da população jovem.
         Logo a seguir, Bolho apresenta marcos de história e de cultura: igrejas e fontes, fazem parte de locais a visitar.
         Situada no centro de Bolho, esta a igreja que abre as suas portas todos os domingos. No outro lado, situa-se a Fonte do Freixal, vindo muita gente de longe para levar água para casa.
         No Casal do Bolho, a grandiosa festa da Nossa Senhora do Amparo realiza-se no 1º fim de semana de outubro, de sexta-feira até domingo.

         Espero que passe por esta terra que lhe dará umas boas vindas.
Gil

segunda-feira, 16 de março de 2015

Roteiro turístico de Paredes do Bairro



A cerca de 7 km de Anadia, situa-se Paredes do Bairro. É uma pequena aldeia em que podemos desfrutar de umas férias calmas e aproveitar alguns eventos aqui realizados. Esta foi denominada desta maneira, porque segundo uma lenda, um rei possuía um palácio que era feito de um material que se chamava “paredes” feitas de pedras enquanto as outras casas eram feitas de palha. Certo dia, foi a um bairro onde as casas eram diferentes, pois todas elas tinham paredes de cimento. O rei, perante esta situação, quis mudar para o bairro de “paredes” e assim surgiu o nome próprio da terra: Paredes do Bairro.
         Aqui, podemos gozar de alguns locais para um bom convívio, como a pastelaria “ Casa Velha ”, o café “ Santo António” que tem uma sala de jogos de que podemos usufruir para passar uma bela tarde, e um parque de merendas que tem uma mesa, para fazer um bom piquenique com um pequeno parque para as suas crianças poderem desfrutar de um dia na natureza.
         Para pessoas religiosas, temos a Igreja de S. Tomé e uma Igreja Evangélica.
         Nesta pequena localidade realizam-se durante todo o ano alguns eventos, como a Festa de Carnaval, a festa de S. Tomé que se comemora no mês de dezembro e julho, a festa de Santo António realizada no mês de junho, e a mais conhecida de todas: a Festa da Maria Malandrona que ocorre no mês de março.
         Como atividades para ocupar os seus tempos livres temos as dinamizadas pelo Grupo Folclórico, pela Associação Desportiva e pela Associação de Jovens.

         Como viu temos imensas coisas para lhes oferecer para umas férias como deseja. Usufrua-as com as tradições desta terra.
Jéssica

Ancas, a aldeia das riquezas


         A cerca de 6km de Anadia situa-se uma aldeia maravilhosa chamada Ancas. É uma localidade pequena com cerca de 476 pessoas, tem uma população envelhecida, mas apresenta muitas riquezas históricas. Existem imensas lendas associadas a esta aldeia, mas a principal é a seguinte: um rei ao ver uma bela moça apaixonou-se por ela devido às suas belas ancas, dando, assim o nome à aldeia.
         Ao visitar a magnífica aldeia de Ancas, encontramos muitos monumentos históricos como por exemplo: a igreja, pelourinhos e também um club. Existem reservas naturais, tais como a Fonte do Mouchão e uma lagoa.
         O historial desta aldeia é muito longo e há diversas histórias que se contam: “A Nossa Senhora que chorava”, “ A passagem de S. Martinho”, “ D. Marieta Tabreu” e “ Nossa Senhora da Assunção”.
         Na época de verão, também podemos assistir ao Folk e à festa em honra da Nossas Senhora da Assunção.
         Para nos podermos divertir, existe um pavilhão de jogos.
         Ancas é uma aldeia muito antiga que está “aberta” ao público para receber quem quer que seja com muita alegria.

Pedro

Torres, Caseira Terrinha

                               
         Acerca de 7 km da rotunda do Modelo de Anadia, fica a nossa bela e natural terra chamada Torres, que pertence ao distrito de Aveiro. O nome Torres teve como origem uma torre situada numa reserva natural chamada Lagoa de Torres.
         Na nossa maravilhosa terra, Torres, existem monumentos: o nosso pelourinho, num cruzeiro antigo rodeado por pequenas plantas cuidadas pelos habitantes; uma capela que foi mudada para um espaço maior, felizmente, no centro de Torres e em cujo altar está a Nossa Senhora do Desterro; uma capela antiga, construída em 1894 e que, apesar de ser velha, não está abandonada nem mal tratada, porque cá na terra damos valor às coisas.
         No fim da ladeira, no final da rua, pode relaxar, fazer uma calma merenda com a família ou até uma pesca autorizada na nossa única e especial reserva natural chamada Lagoa de Torres.
         Para se poder alojar, existe em Cantanhede um hotel magnífico e muito requintado, cujo nome é Marialva Park Hotel. Para restauração, tem o tradicional restaurante "Orquídeo" que se localiza à frente da Ourivesaria Pato Ótica.
         Assim, pode ver como nós gostamos tanto desta terrinha caseira. Experimente e visite os nossos tradicionais monumentos.

                                         Fernanda

Roteiro turístico dos Banhos

Roteiro turístico dos Banhos
         A cerca de 13 km da sede do conselho, Anadia, Banhos é uma pequena localidade, situada na freguesia de Vilarinho Do Bairro.
         Esta localidade deve o seu nome à existência de umas termas, onde antigamente as pessoas iam a banhos.
         Apesar de haver poucos monumentos nesta localidade, salientam-se a antiga Escola Primária e a Igreja. A antiga Escola Primária, lugar a visitar, foi construída antes do estado novo e, neste momento, está restaurada e é ocupada pelo grupo de caça e pesca. Já a Igreja situa-se no largo principal, onde se localiza a nascente de água que vai dar aos fontanários, aos tanques e ainda às termas. Acredita-se que esta água tem efeitos terapêuticos, curando problemas de pele. Esta fonte, nasce aos pés da Santa, que está na Igreja.
         Anualmente, é realizada uma festa em honra da Nossa Senhora dos Banhos. Esta festa acontece sempre nos dias 15 e 16 de Agosto. No dia 15, começam os festejos e, no dia 16, à tarde, é realizada a missa e logo de seguida a procissão, onde os moradores levam andores. Entre eles, o mais importante é o andor da Nossa Senhora dos Banhos.
         Para passar a noite pode ir para Anadia ou  para Cantanhede. Já para comer pode ir a Torres, onde se localiza o restaurante “ O Orquídio”, que serve o famoso leitão à Bairrada.
         Banhos é uma pequena terra, mas interessante de se visitar. Venha conhecê-la!

Andreia

A riqueza de Amoreira da Gândara


         A cerca de 10 km da cidade de Anadia, Amoreira localiza-se entre as freguesias de Ancas e Mamarrosa. Desde 2013, deixou de ser freguesia no âmbito de uma reforma administrativa nacional, juntando-se a Ancas e Paredes do Bairro, surgindo assim uma nova freguesia, a União de freguesias de Amoreira da Gândara, Paredes do Bairro e Ancas.
         Narra a lenda que, há muitos anos atrás, um homem muito rico era proprietário de toda esta terra. A região era constituída por gândaras (terrenos cobertos de plantas agrestes). Mandou um criado construir-lhe a casa e cultivar alguns terrenos. Para obedecer, o criado meteu muitas árvores abaixo e cortou várias matas. Ao longo dos anos, foram-se juntando ao criado várias famílias que construíram mais casas e cultivaram mais terrenos. Começaram a nascer então, sabe-se lá como, várias amoreiras nos diferentes sítios da população. Todas estas árvores davam frutos roxos, menos uma, que dava amoras brancas e era a maior árvore de todas. Como ainda não possuía nome, o criado pediu para esta terra se chamar Amoreira da Gândara, em honra da grande Amoreira. Ficou com este nome, embora um pouco estranho, mas ainda hoje é o mesmo.
         Quem vem da Mamarrosa, depara-se com uma rotunda que contém (apesar de artificial) um repuxo. Na segunda saída, podemos encontrar o Solar dos Távoras (descendentes, embora muito afastados, dos Távoras que foram mandados matar pelo rei D. José I em 1758). Quem seguir por esta saída e andar 1km encontra uma moagem que, devido a impossibilidades dos proprietários fechou, sendo agora uma loja agropecuária. Se continuarmos mais 1km deparamo-nos com a Quinta do Ribeirinho, onde existe uma fonte, recentemente recuperada.
         É uma terra rica em fontes e lavadouros (por ser uma terra já bastante antiga, mas onde se preservam os velhos costumes), sendo a mais conhecida a Fonte Zé Cardoso, que contém também uma capela com este nome e uma rua.
         Amoreira também contém sítios de lazer, cujo exemplo é o Parque das merendas, junto à Igreja Paroquial, assim como sítios de visita (grandes empresas):  a Adega Luís Pato, com casa e capela no Ribeiro da Gândara, um Aviário, a Forjaço, a Nexx, a Vidrologic, a Cartig, entre outras.
         Embora já não exista nenhum restaurante, temos snacks-bar e cafés como o “Café Amoreirense”, o “Cruzes” ou o “Ferreira”.
          Durante o ano, temos várias festas e romarias, como a festa de S. Martinho (novembro), a festa de Nossa Senhora do Imaculado Coração de Maria (setembro), as Marchas Populares (agosto), entre outras nos diferentes lugares da aldeia.
         Temos também várias associações que zelam para que a aldeia se mantenha ativa: a “Amiga” (associação dos amigos de Amoreira da Gândara), Os Caçadores e Pescadores do rio Levira, e o Baluarte (grupo de Teatro fundado em 1983), e também sítios predestinados a toda a comunidade: Centro de Dia, Casa do Povo, Campo Futebol e Igreja Paroquial (atrás já referida por mim).
         Na minha opinião, apesar de Amoreira da Gândara ser uma aldeia, temos muitos lugares a visitar e muitos deles com história, como o exemplo do Solar dos Távoras que faz parte da história de Portugal, assim como vários sítios de lazer.

Maria

Roteiro turístico de Torres


         A cerca de 8 km de Cantanhede, existe uma aldeia chamada Torres, que pertence à freguesia de Vilarinho do Bairro, ao concelho de Anadia e ao distrito de Aveiro.
         Nesta bela terra, existe a Lagoa de Torres, onde poderá dar lindos passeios, ver os seus filhos a brincar no parque e fazer grandes piqueniques.
         O lugar de Torres tem uma capela pequena, mas muito interessante e bonita, junto da qual se faz a Festa de Torres que, todos os anos, se comemora quinze dias depois da Páscoa. A capela foi construída em 1977 e ampliada em 1996. No altar desta capela, encontra-se o Anjo Gabriel e a Santa Margarida, porque, como reza a lenda, foi nesta aldeia que estes se encontraram. A Santa Margarida vinha da Gândara da Alfeiteira e o Anjo Gabriel do Santo. A santa padroeira é a Nossa Senhora do Desterro e está também no altar da capela. Também houve uma outra capela, a primeira de Torres que existiu no ano de 1846.
         Nesta bela aldeia, ainda existe uma ourivesaria chamada “…Pato“ e também um pelourinho em forma de cruz com Jesus, localizado num cruzeiro.
         Se quiser comer pode visitar o Restaurante Torres, onde se serve o famoso leitão à Bairrada! Para puder dormir, pode dirigir-se a Cantanhede e ficar no Marialva Park Hotel, um hotel de três estrelas.
          Torres é uma aldeia pequena, mas interessante, repleta de cultura e costumes com muito para descobrir. Venha visitar esta aldeia encantada! Não quererá sair de lá!

Catarina

sexta-feira, 13 de março de 2015

Roteiro turístico de Ancas

         Ancas pertence ao concelho de Anadia e ao distrito de Aveiro. Fica a cerca de 6 km de Anadia e tem cerca de 470 habitantes, dos quais muitos são idosos. Contam-se muitas lendas sobre o nome da aldeia, mas a mais conhecida é a que conta que um rei que estava de passagem se apaixonou por uma rapariga da zona nomeadamente pelas suas belas ancas e, então, deu o nome de Ancas à aldeia.
         Esta aldeia apresenta poucos monumentos, mas os que tem são ricos em história e significado, nomeadamente a Igreja, o Club d’Ancas e dois pelourinhos. Existem também uma fonte de nome Mouchão e uma lagoa, a Lagoa do Paul. Para conhecer melhor o Club d’Ancas, basta visitar o site “clubedeancas” onde se explica que atividades se desenvolvem lá.
 A aldeia tem 2 padroeiros, a Nossa senhora da Assunção e o São Martinho. Existem também 2 adegas muto conhecidas, a Casa do Canto e a Quinta de São Geraldo. Quem quiser fazer desporto, pode alugar o pavilhão que se encontra praticamente novo. Para alojamento, temos a Quinta Convivial e as casas de aldeões. Em Ancas, ninguém passa fome, pois existem 2 restaurantes.

Visitem esta aldeia encantadora e não se vão arrepender, pois têm muito que descobrir.
Nelson